quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

A GUERRA NA VISÃO ESPÍRITA


PAZ

" A paz é, sempre, mais efeito que causa.

Tenhamos a paz dentro de nós e a irradiaremos de forma diáfana no nosso derredor.

Não te deixes influenciar negativamente pela ansiedade, irritação, tristeza ou desalento.

Cultiva, junto aos teus, o sorriso, como um espelho que reflita a paz que te vai no coração.

A solução virá ".

( SCHEILLA, Psicografia de Herculino Tonsig, Cap 48, Oportunidades Todo Dia )



GUERRAS 


A guerra faz parte da Lei de Destruição.

A destruição é uma lei da Natureza, porque é preciso que tudo se destrua para renascer e se regenerar, pois o que chamais destruição não é senão uma transformação que  tem por objetivo a renovação e melhoramento dos seres vivos.

A destruição é necessária para a regeneração dos seres, então a Natureza os cerca de meios de preservação e de conservação para que a destruição não chegue antes da época necessária. Toda destruição antecipada entrava o desenvolvimento do princípio inteligente. Por isso, Deus deu a cada ser a necessidade de viver e de se reproduzir.

A causa que leva o homem a guerra é a predominância da natureza animal sobre a natureza espiritual e satisfação das paixões. No estado de barbárie os povos não conhecem senão o direito do mais forte; por isso, a guerra é para eles um estado normal. À medida que o homem progride ela torna-se menos frequente, porque evita-lhe as causas e, quando é necessária, sabe aliá-la à humanidade.

A guerra desaparecerá um dia da face da terra sim, quando os homens compreenderem a justiça e praticarem a lei de Deus; então, todos os povos serão irmãos.

O objetivo da Providência, tornando a guerra necessária foram a liberdade e o progresso.

Aquele que suscita a guerra em seu proveito, este é o verdadeiro culpado e precisará de muitas existências para expiar todos os homicídios dos quais foi a causa, porque responderá pelo homem, cada um deles, ao qual causou a morte para satisfazer sua ambição.

FONTE:  ALLAN KARDEC, O Livro dos Espíritos, Livro Terceiro-Leis Morais, Cap VI - V-Lei de Destruição, Perg. 742 à 745.



A TERRA, OS SOFRIMENTOS E AS MISÉRIAS HUMANAS: PLANETA DE PROVAS E EXPIAÇÕES.

Acampamento na Síria.
مخيم اليرموك سوريا


A pluralidade das existências nos mostra à justiça divina, a existência das causas das misérias da vida terrestre

Essas misérias são a consequência das imperfeições da alma, porque se a alma fosse perfeita não cometeia faltas e não teria as suas consequências  a suportar. O homem, que seria sóbrio e moderado em tudo, por exemplo, não seria vítima das doenças que os excessos engendram. O mais frequentemente, é infeliz, nesse mundo, por sua própria falta; mais se é imperfeito, é porque o era antes de vir para a Terra; nela expia não somente as suas faltas atuais, mas as faltas anteriores que não foram reparadas.; ele suporta em uma vida de provas, o que fez os outros suportarem em uma outra existência.

As vicissitudes que experimenta são a ocasião de lutas incessantes que desenvolvem suas forças e suas faculdades, morais e intelectuais, a fortificam no bem, e das quais ela sai sempre vitoriosa, se tem a coragem de sustentá-las até o fim. O prêmio da vitória está na vida espiritual, onde entra radiosa e triunfante, como soldado que sai da refrega e vem receber a palma gloriosa.

Cada existência é, para a alma, a oportunidade de um passo adiante; de sua vontade depende que esse passo seja o maior possível, de vencer vários escalões ou permanece no mesmo ponto. Neste último caso, sofreu sem proveito, e como é preciso sempre, cedo ou tarde, pagar sua dívida, ser-lhe-à preciso recomeçar uma nova existência, em condições ainda mais penosas, porque, a uma mancha não apagada, ela acrescenta uma outra mancha.

Nas encarnações sucessivas que a alma se despoja, pouco a pouco de suas imperfeições, que ela se purga em uma palavra, até que esteja bastante pura para merecer trocar os mundos de expiação pelos mundos mais felizes, e, mais tarde, estes para gozar a felicidade suprema.

 O purgatório não é, pois, uma idéia vaga e incerta; é uma realidade material que vemos, tocamos e experimentamos; está nos mundos de expiação; e a Terra é um desses mundos; os homens nela expiam seu passado e seu presente em proveito de seu futuro. Mas, contrariamente à ideia que deles se faz , depende de cada um abreviar ou prolongar a sua estada, segundo o grau de adiantamento e de depuração, que tenha alcançado pelo seu trabalho sobre si mesmo; deles se sai, não porque se terminou seu tempo ou por méritos de outrem, mas pelo fato de seu próprio mérito, segundo estas palavras do Cristo:  " A cada um segundo as suas obras ", palavras que resumem toda a justiça de Deus.

O espírito culpado sofre, primeiro, na vida espiritual em razão do grau de suas imperfeições; depois, a vida corporal lhe é dado como meio de reparação; é por isso, que nelas se reencontra, seja com as pessoas que ofendeu, seja em meios análogos àqueles onde fez o mal, seja nas situações que são a contrapartida, como, por exemplo, estar na miséria se foi mau rico, em uma condição humilhante se foi orgulhoso.

A expiação, no mundo dos Espíritos e na Terra, não é um duplo castigo para o Espírito; é o mesmo que continuar na Terra, como complemento. tendo em vista facilitar o seu adiantamento por um trabalho efetivo; depende dele tirar-lhe proveito. Não vale mais para ele retornar à Terra com a possibilidade de ganhar o céu do que ser condenado, sem remissão, ao deixá-la?  Essa liberdade que lhe é concedida é uma prova de sabedoria, da bondade e da justiça de Deus, que quer que o homem deva tudo aos seus esforços e seja o artifice de seu futuro; se é infeliz, e se o é por um menor ou maior tempo, disso não pode culpar senão a si mesmo;  o caminho do progresso lhe está sempre aberto.

Se se considera o quanto é grande o sofrimento de certos Espíritos culpados, no mundo invisível, o quanto é terrível a situação de alguns, de quantas ansiedades são vítimas, e o quanto essa situação se torna maus penosa pela impotência em que estão de ver-lhe o fim, poder-se-ia dizer que, para eles, é o inferno, se essa palavra não implicasse a idéia de um castigo eterno e material. Graças à revelação dos Espíritos, e aos exemplos que nos oferecem, sabemos que a duração da expiação está subordinada ao melhoramento do culpado.

O Espiritismo não vem, pois, negar a penalidade futura; ao contrário, vem considerá-la. O que ele destrói é o inferno localizado, com as suas fornalhas e as suas penas irremissíveis. Não nega o purgatório, uma vez que prova que nele estamos; define-o e o precisa, explicando a causa das misérias terrestres, e com isso nele faz crerem os que o negam.

Rejeita as preces pelos mortos? Bem ao contrário, uma vez que os Espíritos sofredores as solicitam; que delas faz um dever de caridade e demonstra-lhes a eficácia para conduzi-los ao bem, e, por esse meio, abreviar os seus tormentos ( 1 ). Falando à inteligência, tem disseminado a fé entre os incrédulos, e a prece entre aqueles que dela zombavam. Mas disse que a eficácia das preces está no pensamento e não nas palavras, que as melhoras são as do coração e não as dos lábios, as que se diz a si mesmo, e não aquelas que se fazem dizer pelo dinheiro. Quem, pois, ousaria censurá-lo?

Que o castigo tenha lugar na vida espiritual ou na Terra, e qualquer que seja a sua duração, tem sempre um fim, mais ou menos distante ou aproximado. Não há, pois, para o Espírito, senão duas alternativas:  punição temporária graduada segunda a culpabiliade, e recompensa graduada segundo o mérito. O Espiritismo repele a terceira alternativa, a da condenação eterna. O inferno permanece como figura simbólica dos maiores sofrimentos, cujo termo é desconhecido. O purgatório é a realidade.

A palavra purgatório revela a idéia de um lugar circunscrito; por isso, se aplica, mais naturalmente, à Terra, considerada como lugar da expiação, do que ao espaço infinito, onde erram os Espíritos sofredores, e que também a natureza da expiação terrestre é uma verdadeira expiação.

Quando os homens estiverem melhorados, não fornecerão ao mundo invisível senão bons Espíritos, e estes, em se encarnando, não fornecerão à Humanidade corporal senão elementos aperfeiçoados; então, cessando a Terra de ser um mundo de expiação, os homens não sofrerão mais nela as misérias que são as consequências de suas imperfeições. É essa transformação que se opera neste momento e que elevará a Terra na hierarquia dos mundos. ( Ver O Evangelho Segundo O Espiritismo, cap. III )

FONTE:  ALLAN KARDEC O CÉU E O INFERNO OU A JUSTIÇA DIVINA SEGUNDO O ESPIRITISMO, INSTITUTO DE DIFUSÃO ESPÍRITA, CAP. V.



اللهم صل وسلم على سيدنا محمد وآل بيته الطيبين الطاهرين .


 " Pai, perdoe-os, não sabem o que fazem ". 
( JESUS )

Orar aos países que se encontram em guerra, pedindo PAZ.

A união faz a força,

O pensamento é tudo...
___________
Deus, nosso Pai, que os irmãos que residem nesses países que encontram-se em guerra, possam encontrar o amparo e consolo, a fé e  resignação, a prece e a esperança sempre em seu nome DEUS e que o Amor e o perdão se faça presente nos corações humanos, substituindo o ódio e a pobreza de sentimentos ao próximo.
O Amor, só com o  amor universal se iluminará o mundo...

" Pai, perdoe-os, não sabem o que fazem ". 
( JESUS )





quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

LEI DIVINA E A FELICIDADE RELATIVA - KARDEC E JOANNA DE ÂNGELIS.


Toda conceituação de felicidade que extrapole a ambição pessoal egoísta é válida e abre ensejo à sua realização no mundo das formas.

Esta felicidade risonha e tranquila, ainda não é deste mundo.

Aqui poderá começar, pelo que faças, como realizes, por cuja dedicação te sacrifiques, a fim de gozá-la depois.

Planeta de expiações redentoras e de provas que avaliam as conquistas, é hoje o que se tem dele feito.

Jardim ou deserto, pomar de bênçãos ou sole agreste é, antes de tudo, nossa escola de crescimento, que nos cumpre respeitar e auxiliar, trabalhando a terra dos corações, a fim de que as sementes do puro amor possam germinar, desatando vida, e vida em abundância.

Não desanimes, porque ainda não lograste o paraíso.

Vai ao seu encontro, mudando os seus doridos panoramas e trabalhando o país da tua vida interior, a fim de que te enriqueças com a luz da esperança e a inundes de conquistas valiosas.

" Meu reino não é deste mundo " - disse Jesus.

Todavia, ensinou-nos com o sacrifício pessoal a sairmos deste, na direção daquele onde a felicidade já é uma realidade ditosa.

( JOANNA DE ÂNGELIS, Psicografia de Divaldo P. Franco, Perg. 163, Joanna de Ângelis 
Responde )


" A lei natural é a lei de Deus.

Se você faz o mal para o seu próximo,

Você terá o retorno sob a forma de dor, como oportunidade para você voltar a se redimir ".

( SÉRGIO B. CORDEIRO, Cura Interior )


Considerações do Autor da Postagem:

Bom Dia Amigos! É com muita alegria e amor no coração, que escrevemos sobre essa lei tão gratificante a todos nós, que é a lei de nosso Pai Deus, que a todos ama indistintamente seus filhos...Todos somos filhos de Deus perfeitos, em aprendizados aqui na Terra, em evolução.

A felicidade total ainda não é deste mundo de provas e expiações, e sim uma felicidade relativa. Daí a importância de valorizar e cuidar do nosso corpo físico que é a nossa roupagem aqui na Terra.



A importância de respeitar a lei divina ou natural que é a lei de Deus, que é a única verdadeira para a felicidade do homem. Ela indica o que deve fazer e o que não deve fazer, e ele não é infeliz senão quando se afasta da lei de Deus.

Inspirados nestas lindas palavras, transcrevemos abaixo a primorosa obra de Allan Kardec, do Livro dos Espíritos, na parte terceira, capítulo primeiro, referente as Leis Morais.

A lei de Deus é eterna e imutável quanto o próprio Deus.

A harmonia que rege  o universo material e o universo moral está fundada sobre as leis que Deus estabeleceu para toda a eternidade. Os homens é que são obrigados a mudarem as suas leis porque são imperfeitos. As leis de Deus são perfeitas.

Todas as leis da Natureza são leis divinas, porque Deus é o Autor de todas as coisas. O sábio estuda as leis da matéria, o homem de bem estuda as da alma e as  pratica.

As leis divinas são apropriadas à natureza de cada mundo e proporcionais ao grau de adiantamento dos seres que os habitam.

Todos podem conhecer a lei de Deus, mas nem todos a compreendem. Os que a compreendem melhor são os homens de bem e aqueles que querem procurá-la. Todos a compreenderão um dia, porque é preciso que o progresso se cumpra.

A cada nova existência, a inteligência do homem está mais desenvolvida e ele compreende melhor o que é o bem e o que é o mal.. Se tudo devesse se cumprir para ele numa só existência, qual seria a sorte de tantos milhões de seres que morrem cada dia no embrutecimento da selvageria ou nas trevas da ignorância, sem que tivesse dependido deles se esclarecerem? ( 171 - 222 )

A alma, antes da sua união com o corpo, compreende melhor a lei de Deus do que após sua encarnação, segundo o grau de perfeição que alcançou, e conserva, intuitivamente, a lembrança após sua união com o corpo. Mas os maus instintos do homem fazem-na esquecer.

A lei de Deus está escrita na consciência.

Em todos os tempos, homens recebem a missão de revelar a lei de Deus, porque são Espíritos superiores encarnados com o objetivo de fazer a Humanidade avançar.

Aqueles que não estando inspirados por Deus e que se deram, por ambição, uma missão que não tinham, certamente, puderam transviá-las. Eram homens de gênio, no meio mesmo dos erros que eles ensinaram, frequentemente, se encontram grandes verdades.

O caráter do verdadeiro profeta é um homem de bem inspirado por Deus. Pode-se reconhecê-lo por suas palavras e por suas ações. Deus não pode se servir da boca do mentiroso para ensinar a verdade.

Jesus é o tipo mais perfeito, que Deus ofereceu ao homem para lhe servir de guia e de modelo.

Agradecemos, Pai todas as bênçãos recebidas e rogamos, como sempre proteção a todos nós, seus filhos em processo de aprendizagem aqui na Terra, planeta de provas e expiações.Nos proteja, nos ampare e nos ilumine nessa caminhada terrena e espiritual, onde nunca nos falte a perseverança, a fé raciocinada e o amor em nossos corações.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

IMAGENS DA DOR - IRMÃO JOSÉ.

IMAGENS DA DOR

( IRMÃO JOSÉ, Psicografia de Carlos A. Baccelli, Vigiai e Orai )




As imagens da dor que vês refletidas nos teus semelhantes são, inicialmente, para que te sintas compadecido do sofrimento alheio e te disponhas a auxiliar.

Mas são também para que vejas as consequências do mal a quem delibera se entregar a ele.

São imagens educativas, para que saibas que a Lei Divina não é omissa e que os seus infratores, mais cedo ou mais tarde, serão chamados à corrigenda.

A criança paralítica, o cego de nascença, a tumoração que se exterioriza, o abandono, a fome, a miséria moral, a perturbação mental - imagens da dor refletindo-se no hoje as arbitrariedades do ontem.

Compadece-te e ajuda.

Mas, sobretudo, não faças o que eles, nossos irmãos, fizeram, para que não te suceda o mesmo ou pior.



Considerações do Autor da Postagem:

O texto nos mostra a importância da Lei de Ação e Reação (Justiça Divina ),ou seja, o que eu planto hoje amanhã colherei. O que eu vivo hoje, é consequência de minhas atitudes do passado.

Amigos, vamos plantar bondades, amor, caridade, esperança ... por onde passarmos, sem ver a quem...para que o amanhã seja de bons frutos.

Quando a alma está feliz, a prosperidade cresce, a saúde melhora, as amizades aumentam, enfim, o mundo fica de bem com você. O mundo exterior reflete o universo interior (MAHATMA GANDHI ).













MEDIUNIDADE CONSCIENTE OU INCONSCIENTE: ONDE O FENÔMENO SURGE COM MAIS AUTENTICIDADE? ( JOANNA DE ÂNGELIS )


" Mentes em vigorosas emissões, conscientes ou não, dardejam em todas as direções.

Na problemática da mediunidade, a questão de relevância não se prende à lucidez pela consciência ou ao sono pela inconsciência para o fenômeno ser autêntico:  antes a sintonia que resulta dos processos de vinculação mental do sensitivo com as idéias e interesses que melhor lhe aprouverem.

De pouca monta a celeuma como a desconfiança em torno das manifestações por psicofonia e por psicografia sob o controle consciente do médium.

A relevância está no comportamento moral deste, do que resultará o conteúdo da mensagem, porquanto, de acordo com as construções mentais e o clima psíquico de cada um, serão atraídos os Espíritos que se afinam por semelhança e necessidade emocional.

Sem dúvida, o escrúpulo deve sempre nortear o indivíduo em todos os labores a que se afervore. Todavia, convém não se desconsiderar que o excesso de cautela é tão pernicioso quanto a sua falta.

Não te escuses de produzir mediunicamente, porque se te assomem conflitos, quanto ao estágio na consciência em que, por enquanto, te encontras.

Em todo processo mediúnico intelectual ou físico sempre encontrarás algo que se exterioriza do instrumento. Nem poderia ser diferente.

Mediunidade, como o próprio nome diz, é meio. A finalidade é o progresso do medianeiro, como o daqueles que o cercam num como noutro plano  da vida.

Consciente das responsabilidades, mantendo lucidez mental durante a ocorrência do fenômeno, não delinquirás.

Muito melhor para o trabalho  na Seara do Bem o médium consciente, cujos deveres estão em pauta de equilíbrio, aos inconscientes, cujo comportamento os assinala com irresponsabilidade e insensatez ".

A mediunidade, colocada a serviço do bem com Jesus enxuga s lágrimas da saudade, diminui as dores, equaciona  enfermidades complexas, dirime dúvidas, sustenta a fé, conduzindo à caridade luminosa e libertadora ( Perg. 102 ).

Fonte:  JOANNA DE ÂNGELIS, Psicografia de Divaldo Pereira Franco, Perg. 100, Joanna de Ângelis Responde.



segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO PARA INFÂNCIA E JUVENTUDE (CAP XXIV) - Os Sãos não precisam de médico; a coragem da fé; Carregar a cruz.


Mensagem de Hoje, do Livro Cura Interior, de Sérgio B. Cordeiro:  " Se você quer eliminar o orgulho, comece aceitando o seu próximo como ele é.

Se você quer ser humilde admita o erro e conserte-o, praticando o bem ao próximo ".


OS SÃOS NÃO PRECISAM DE MÉDICO


Dará  você de comer ao rico?

 Ele não precisa, mas o que vive debaixo do viaduto próximo irá ficar feliz se receber um prato de alimento.

Muita gente se pergunta:  Por que pessoas indignas recebem o poder de conversar com os Espíritos, o que chamamos de mediunidade?

A resposta a tal pergunta é:  Bons e maus podem ser contemplados com essa nobre faculdade.

Deus é justo e não faz distinção a quem a recebe.

Somos livres para fazer o que bem desejarmos, porém, sofreremos as consequências da forma que agirmos.

Por ser uma bênção, a mediunidade fortalece aquele que é bom.

Aquele que for mau, com o tempo, acabará por se corrigir.


A CORAGEM DA FÉ


Temos de ser fiéis á nossa fé.

Não importa que os homens nos condenem, o que importa é estarmos em sintonia com a Espiritualidade superior.

Pois essa vida terrena é uma gota no oceano de uma existência eterna.

Portanto, tenha coragem e lute por aquilo que acredita.

Não esperar recompensas materiais, pois elas não poderão substituir a suprema felicidade do nosso Ser espiritual.



CARREGAR A CRUZ.
QUEM QUISER SALVAR A VIDA.

Todos temos nossos sofrimentos.

Como uma cruz, devemos carregá-los.

 Para isso, é importante a nossa fé.

Acreditar na vida eterna e na felicidade suprema que poderemos alcançar, pela nossa evolução e bons atos.

Portanto, não devemos reclamar do sofrimento e, sim abençoá-lo, pois ele tem o poder de nos fazer amadurecer.


Considerações do Autor da Postagem:

Boa tarde amigos! Esse capítulo nos mostra a importância de que todos somos amados da mesma maneira pelo Pai Deus, indistintamente, não importa a raça, classe social, ....

A mediunidade é inerente a todos os seus filhos e cada um de acordo com seu livre-arbítrio escolherá o caminho a seguir:  caminho reto de luz que leva aos ensinamentos de Jesus ou o caminho errado. Todos nós evoluiremos, uns mais rápidos, outros mais lentos...A cada reencarnação o Espírito evolui, nunca retrocede, pode até estagnar. De acordo com a nossa escolha, a lei de causa e efeito (justiça divina) entra em ação e as consequência de nossos atos surgirão em nossa caminhada. A justiça divina nunca falha.

A importância da fé raciocinada, sempre passando pelo crivo da razão.

A felicidade total ainda não é deste mundo e sim uma felicidade relativa, que podemos alcançar  pela nossa evolução e pelos bons atos.

Agradecer sempre a Deus pelas alegrias e tristezas, pois sabemos que é para nosso crescimento espiritual.

Deus, pela vossa Misericórdia Divina, nos abençoe hoje e sempre.



domingo, 19 de janeiro de 2014

PARÁBOLA DO FESTIM DE BODAS - CAP XVIII, DO EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO (MUITOS OS CHAMADOS, POUCOS OS ESCOLHIDOS)

Essa parábola de Jesus nos leva a refletir:  Será que estou me conduzindo bem pela Doutrina Espírita?  Em casa?  No trabalho?

PARÁBOLA DO FESTIM DE BODAS
CAP XVIII - MUITOS OS CHAMADOS, POUCOS OS ESCOLHIDOS
O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO


Item 1 - Falando ainda por parábolas, disse-lhes Jesus:  O reino dos céus se assemelha a um rei que, querendo festejar as bodas de seu filho - despachou seus servos a chamar para as bodas os que tinham sido convidados; estes, porém, recusaram ir. - O rei despachou outros servos com ordem de dizer da sua parte aos convidados:  Preparei o meu jantar; mandei matar os meus bois e todos os meus cevados; tudo está pronto; vinde às bodas . -Eles, porém, sem se incomodarem com isso, lá se foram, um para a sua casa de campo, outros para o seu negócio. - Os outros pegaram dos servos e os mataram, depois de lhes haverem feito muitos ultrajes. - Sabendo disso, o rei se tomou de cólera e, mandando contra eles seus exércitos, exterminou os assassinos e lhes queimou a cidade.

Então, disse a seus servos:  O festim das bodas está, inteiramente preparado; mas, os que para ele foram chamados, não eram dignos dele. Ide, pois, às encruzilhadas e chamai para as bodas todos quantos encontrardes. - Os servos então saíram pelas ruas e trouxeram todos os que iam encontrando, bons e maus. a sala das bodas se encheu de pessoas que se puseram à mesa.

Entrou, em seguido, o rei para ver os que estavam à mesa, e, dando com homem que não vestia a túnica nupcial, - disse-lhe:  Meu amigo, como entraste aqui sem a túnica nupcial? O homem guardou silêncio.  -  Então, disse o rei à sua gente:  Atai-lhe as mãos e os pés e lançai-o nas trevas exteriores:  aí é que haverá prantos e ranger de dentes:        -  porquanto, muitos há chamados, mas poucos escolhidos. ( S. MATEUS, cap XXII, vv. 1 a 14)

Item 2 - O incrédulo sorri a esta parábola, que lhe parece de pueril ingenuidade, por não compreender que se possa opor tanta dificuldade para assistir a um festim, e, ainda menos, que convidados levem a resistência a ponto de massacrarem os enviados do dono da casa. As parábolas, diz ele, o incrédulo, "são, sem dúvida, imagens; mas, ainda assim, mister se torna que não ultrapassem os limites do verossímil".

Outro tanto pode ser dito de todas as alegorias, das mais engenhosas fábulas, se não lhes forem tirados os respectivos envoltórios, para ser achado o sentido oculto.

Jesus compunha as suas com os hábitos mais vulgares da vida e as adaptava aos costumes e ao caráter do povo a quem falava. A maioria delas tinha por objetivo fazer penetrar nas massas populares a idéia da vida espiritual, parecendo muitas ininteligíveis, quanto ao sentido, apenas por não se colocarem neste ponto de vista os que as interpretam.

Nesta parábola, Jesus compara o reino dos Céus, onde tudo é alegria e ventura, a um festim. Falando dos primeiros convidados, alude aos hebreus, que foram os primeiros chamados por Deus ao conhecimento da sua Lei. Os enviados do rei são os profetas que os vinham exortar a seguir a trilha da verdadeira felicidade; suas palavras, porém, quase não eram escutadas; suas advertências eram desprezadas; muitos foram mesmo massacrados, como os servos da parábola. Os convidados que se escusam, pretextando terem de ir cuidar de seus campos e de seus negócios, simbolizam as pessoas mundanas que, absorvidas pelas coisas eternas, se conservam indiferentes às coisas celestes.

... Mas não basta a ninguém ser convidado; não basta dizer-se cristão, nem sentar-se à mesa para tomar parte no banquete celestial. É preciso, antes de tudo e sob condição expressa, estar revestido da túnica nupcial, isto é, ter puro o coração e cumprir a lei segundo o espírito.

Ora, a lei toda se contém nestas palavras:  Fora da caridade não há salvação ".

Entre todos, porém, que ouvem a palavra divina, quão poucos são os que a guarda e a aplicam proveitosamente!  Quão poucos se tornam dignos de entrar no reino dos céus!  Eis por que disse Jesus:  Chamados haverá muitos; poucos, no entanto, serão os escolhidos.



Foto do perfil de flavia cristina santissimo martins