quarta-feira, 13 de maio de 2015

CULPA E DESAFIO

Admite a tua parcela de culpa.

Não apontes os outros como responsáveis pela tua infelicidade.

Mesmo tendo razão, não acuses, nem alardeies as faltas alheias.

A rigor, ninguém erra porque queira.

Supera os teus possíveis traumas absolvendo aqueles que não puderam oferecer-te mais.

Todos nos movimentamos dentro de certos limites.

Ninguém consegue, sem esforço de auto-superação, dar mais do que recebeu.

A compreensão pode suprir muitas deficiências psicológicas.

Não te cobres em excesso e aprende a ser indulgente.

A aceitação do que és e do que os outros são - eis o teu maior desafio.

                         IRMÃO JOSÉ

FONTE: IRMÃO JOSÉ, DO LIVRO VIGIAI E ORAI, PSICOGRAFIA DE CARLOS A. BACCELLI.



CULTO DO EVANGELHO NO LAR

                                                                FAÇA DO SEU LAR
                                                               O LAR DE JESUS

FONTE: UNIÃO DAS SOCIEDADES ESPÍRITAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - USEERJ, CULTO DO EVANGELHO NO LAR.

Dedica uma das sete noites da semana ao "Culto Evangélico no Lar", a fim de que Jesus possa pernoitar em tua casa.

Prepara a mesa, coloca água pura, abre o Evangelho, distende a mensagem de fé, enlaça a família e ora. Jesus virá em visita.

Quando o Lar se converte em santuário, o crime se recolhe ao museu. Quando a família ora, Jesus se demora em casa.

Quando os corações se unem nos liames da Fé, o equilíbrio oferta bênçãos de consolo e a saúde derrama vinho de paz para todos.


O QUE É O CULTO DO EVANGELHO NO LAR?
Trata-se do estudo do Evangelho de Jesus em reunião familiar, realizado no ambiente doméstico, sendo precioso empreendimento que traz diversos benefícios às pessoas que o praticam.

Aqueles que, desde cedo, têm suas vidas orientadas pela conduta Cristã, evitam, com mais facilidade, que os embriões dos defeitos que estão latentes em seus espíritos apareçam, sanando, desta forma, o mal antes que ele cresça.

Se, porventura, tendências negativas aflorarem, apesar da orientação desde a infância, encontrarão seguros elementos morais para superá-los, porque os ensinamentos de Jesus tornam-se fortes alicerces para a sua superação.

Com o estudo do Evangelho de Jesus aprende-se a compreender e a conviver na família humana.

Assim, conscientes de que somos espíritos devedores perante as Leis Universais, procuremos conduzir-nos dentro de atitudes exemplares, amando e perdoando, suportando e compreendendo os revezes da vida.

Quando o Culto do Evangelho no Lar é praticado fielmente à data e ao horário semanal estabelecidos, atrai-se para o convívio doméstico Espíritos Superiores, que orientam e amparam, estimulam e protegem a todos.

A presença de Espíritos iluminados no Lar afasta aqueles de índole inferior, que desejam a desunião e a discórdia. O ambiente torna-se posto avançado da Luz, onde almas dedicadas ao Bem estarão sempre presentes, quer encarnadas, quer desencarnadas.

As pessoas habituadas à oração, ao estudo e à vivência cristã, tornam-se mais sensíveis e passíveis às inspirações dos Espíritos Mentores.


PROCEDIMENTOS
Escolhe-se um dia da semana e hora em que seja possível a presença de todos os familiares ou da maior parte deles, observando-se com rigor a sua constância e pontualidade, para facilitar a assistência espiritual.

A direção do Culto do Evangelho no Lar caberá a um dos cônjuges ou a pessoa que disponha de maiores conhecimentos doutrinários. Cabe lembrar, no entanto, que por se tratar de um estudo em grupo não é necessária a presença de pessoas com cultura doutrinária. Na pureza dos ideais e na sinceridade das intenções, todos aprenderão juntos, auxiliando-se mutuamente.

É importante que os temas sejam discutidos com a participação de todos,na medida do possível, sem imposições, para evitar-se constrangimentos.

Deve-se buscar um ambiente amistoso, de respeito, pois viver e falar com Jesus é uma felicidade que não se deve desprezar.

Antes do início da reunião, prepara-se o local, colocando-se em cima da mesa água pura, com uma garrafa, para ser beneficiada pelos Benfeitores Espirituais, em nome de Jesus.


PRESENÇA DE CRIANÇA NO CULTO
As crianças devem, também, participar do Culto do Evangelho no Lar.

Nesses casos, os adultos descerão os comentários ao nível de entendimento delas.

Recomenda-se a leitura, como subsídio, dos capítulos 35 e 36 da obra"Os Mensageiros", do Espírito André Luiz, e "Evangelho em Casa", do Espírito Meimei, psicografadas pelo médium Francisco Cândido Xavier e editados pela Federação Espírita Brasileira.


" RECONHECE-SE O VERDADEIRO ESPÍRITA PELA SUA TRANSFORMAÇÃO MORAL E PELOS ESFORÇOS QUE EMPREGA PARA DOMAR SUAS INCLINAÇÕES MÁS ".
( ALLAN KARDEC, O Evangelho Segundo O Espiritismo, Cap XVII, Item 4 )



ROTEIRO PARA O CULTO DO EVANGELHO NO LAR:

1- LEITURA DE UMA MENSAGEM.
2- PRECE INICIAL.
3- ESTUDO DO EVANGELHO DE JESUS.
4- PRECE DE AGRADECIMENTO.

1- LEITURA DE UMA MENSAGEM - A leitura inicial de uma mensagem poderá, após, ser comentada ou não. Ela tem por objetivo propiciar um equilíbrio emocional, procurando harmonizá-lo com os ideais nobres da vida, a fim de facilitar melhor aproveitamento das lições.

     Poderemos lembrar obras com "Pão Nosso", "Fonte Viva", "Vinha de Luz", ...

2- PRECE INICIAL - Após a leitura da mensagem, inicia-se o Culto do Evangelho no Lar, com uma prece. A oração deve ser proferida por um dos participantes, em tom de voz audível  todos os predentes e de forma simples e espont^nea, não devendo ser, portanto, dcorada. Os demais, acompanham-no, seguindo a rogativa, frase por frase, repetindo, mentalmente, em silêncio, cada expressão, a fim de imprimir o máximo ritmo e harmonia ao verbo, ao som e a idéia, numa só vibração.

     Na prece pode pedir-se o amparo de Deus para o lar onde o Evangelho está sendo estudado, para os presentes, seus parentes e amigos; para os enfermos, de corpo e da alma; para a paz na Terra; para os trabalhadores do Bem e etc.

     A prece, além de ligar o ser humano à espiritualidade; traduz respeito pelo momento de estudo a realizar-se.

3- ESTUDO DO EVANGELHO DE JESUS - O estudo do Evangelho do Cristo, à luz da Dourina Espírita - "O Evangelho Segundo O Espiritismo", de Allan Karec poderá ser estudado de duas formas:

a) Estudo em sequência:  o estudo metódico, em pequenas partes, permite o conhecimento gradual e ordenado dos ensinamentos que o livro encerra. Após o seu término, volta-se, novamente, ao capítulo inicial;

b) Estudo ao acaso:  Consiste na abertura, ao acaso, de "O Evangelho Segundo O Espiritismo", o que ensejará também, lições oportunas, em qualquer ocasião.

Os comentários devem envolver o trecho lido, buscando-se alcançar a essência dos ensinamentos de Jesus, realçando-se a necessidade da sua aplicação na vida diária.

Pode reservar-se, posteriormente, um momento de palavra livre, onde os participantes da reunião exponham situações da vida prática, para o melhor entendimento e fixação das lições.


4- PRECE DE AGRADECIMENTO
Um dos presentes fará uma prece, agradecendo as bênçãos recebidas ao Culto do Evangelho no Lar, pela paz, pelas lições recebidas, etc.


                                                OBSERVAÇÕES
A duração do Culto do Evangelho no Lar deve ser de até 1 (uma) hora, mais ou menos.

No Culto do Evangelho no Lar deve ser evitada manifestações mediúnicas. A sua finalidade básica é o estudo do Evangelho de Jesus, para o aprendizado Cristão, a fim de que seus participantes melhor se conduzam na jornada terrena. Os casos de mediunidade indisciplinada devem ser encaminhados a uma sociedade espírita idônea.

Deve-se evitar coparações ou comentários que desmereçam pessoas ou religiões.

A realização do Culto do Evangelho no Lar não deve ser suspensa em virtude de visitas inesperadas. Deverá ser esclarecido o assunto com delicadeza e franqueza, convidandoi-se o visitante a participar do Culto, caso lhe aprouver.

O Culto do Evangelho no Lar não deve ser prejudicado, também, em virtude de solicitações sem urgência, recados inoportunos, passeios, festividades de qualquer ordem. Soluções razoáveis, de imediato, ou iniciativas, após a reunião, deve ser o caminho para superar os pretensos impedimentos.

Somente no caso de situações incontornáveis, em que todos não possam estar presentes, é que se justifica a não realização do Culto do Evangelho no Lar.

Evite´se ligar rádio ou televisão no dia do Culto, próximo e depois da hora de sua realização, bem como a leitura de jornais ou obras sem caráter edificante, para que se mantenha um ambiente vibratório de paz e tranquilidade dentro do Lar, bem como saídas à rua, senão para inevitáveis e inadiáveis compromissos.


CULTO INDIVIDUAL DO EVANGELHO
Nem sempre encontrarás a colaboração precisa ao culto do Evangelho no templo familiar.

Por vezes, será necessário esperar o amadurecimento dos companheiros, que se mostram semelhantes à folhagem viçosa nas robustas frondes da vida, incapazes de perceber a glória da frutificação no futuro.

Ainda assim, procura  intimidade do Mestre , sozinho embora, sintoniza-te com ELE, através da leitura divina.

Realmente, por agora, és parte integrante do grupo consanguíneo, mas, no fundo, és o irmão da Humanidade inteira, com obrigações de seguir para a frente.

Todos somos peregrinos da eternidade, em trânsito para a Vida Superior.


" O Culto do Evangelho há de traduzir paz e consolo na primeira hora, esperança e incentivo logo depois, para, em seguida, sugerir a nossa rebeldia em subsequentes revisões dos temas, o aperfeiçoamento de nossos espíritos ".
( SCHEILLA )















13 DE MAIO

A liberdade de pensamentos, de sentimentos, de atitudes chamado de livre-arbítrio: o direito de escolhas, a direção a seguir, cada um de nós responsável por suas atitudes, por suas escolhas objetivando o mérito das próprias ações. Assim assumir as consequências dos atos levando ao aprendizado e ao caminho reto de luz que é o caminho do amor fraternal, do perdão; é o caminhar com Jesus no coração.





                                     DIA DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA


Vivenciando os ensinamentos da Doutrina Espírita, o nosso caminhar permanece sereno diante das dificuldades encontradas em nossas vidas, os desafios tornam-se mais leves e a coragem e fé (raciocinada) não nos falta nesta encarnação. Problemas sempre teremos, mais com Jesus no coração tornam-se mais brandos e a confiança no futuro acalenta nosso espírito diante da certeza da reencarnação.Nosso espírito é eterno, somos filhos de um único Pai Deus, que a todos ama indistintamente; por isso somos irmãos e formamos uma linda família universal.



                                             ABOLIÇÃO DA ESCRAVATURA

Todos nós somos iguais perante nosso Pai Deus, independente de religião, raça e classe social.


"A obra do Senhor é feita com alegria.
Não se ajuda amaldiçoando o auxílio.
Coloca, pois, em teus serviços o sal do amor para que o paladar cristão esteja 
sempre presente em teu prato de fraternidade". 

                             JOANNA DE ÂNGELIS 

(DO LIVRO JOANNA DE ÂNGELIS RESPONDE, PERG. 5, PSICOGRAFIA DE DIVALDO P. FRANCO)

                                                                              Paz e luz.

segunda-feira, 11 de maio de 2015

QUEM FOI ALLAN KARDEC?


                         
                           ALLAN KARDEC: O PROFESSOR E O CODIFICADOR

NASCIMENTO:

Nascido em Lião (França), a 3 de outubro de 1804, de uma família antiga que se distinguiu na magistratura e na advocacia. Allan Kardec, cujo verdadeiro nome é Hippolyte Léon Denizard Rivail, não seguiu essas carreiras. Desde a primeira juventude, sentiu-se inclinado ao estudo das ciências e da filosofia. 

Mais tarde, como professor, tornou-se muito conhecido pelas obras didáticas publicadas e pelo trabalho realizado no campo da Educação. Através de sua carreira pedagógica, exercitou a paciência, a abnegação, o trabalho, a observação, a força de vontade e o amor ÀS BOAS CAUSAS, A FIM DE MELHOR PODER DESEMPENHAR A GLORIOSA MISSÃO QUE LHE ESTAVA RESERVADA.

Allan Kardec renasceu (...) com, a sagrada ,missão de abrir caminho ao Espiritismo, a grande voz do Consolador Prometido ao mundo pela misericórdia de Jesus Cristo.

O NOME ALLAN KARDEC:
Quando da publicação de O Livro dos Espíritos, o autor se viu diante de um sério problema: COMO ASSINAR O TRABALHO? E mais uma vez prevaleceu o bom senso do professor Rivail, segundo se depreende das palavras do biógrafo.:

No momento de publicá-lo - diz H. Sausse (Na obra Biographie d'Allan Kardec quarta edição, p.32), o Autor ficou muito embaraçado em resolver como o assinaria, se com seu nome - Hippolyte Léon Denizarde Rivail, ou com um pseudônimo. Sendo o seu nome muito conhecido do mundo científico, em virtude dos seus trabalhos anteriores, e podendo originar confusão, talvez mesmo prejudicar o êxito do compreendimento, ele adotou o alvitre de o assinar com o nome Allan Kardec; nome que, segundo lhe revelara o guia, (Zéfiro), ele tivera ao tempo dos druídos (Nas Gálias, hoje França).

A SUA ATUAÇÃO NA CODIFICAÇÃO DA DOUTRINA ESPÍRITA
É voz geral entre os estudiosos da Doutrina Espírita - no que diz respeito ao rabalho da codificação - que Kardec não foi simples compilador, tendo sua tarefa ido muito além da coleta e seleção do material, isto é, das mensagens recebidas do mundo espiritual. Wantuil e Thiesen fazem os seguintes comentários: 

"Conquanto Kardec sempre repetisse que o mérito da obra cabia todo aos Espíritos que a ditaram, não é menos verdadeiro que a ele é que coube a ingente tarefa de organizar e ordenar as perguntas (e que perguntas!) sobre os assuntos mais simples aos mais complexos, abrangendo variados ramos do conhecimento humano. A distribuição didática das matérias encerradas no texto; a redação dos comentários às respostas dos Espíritos, os quais primam pela concisão e pela clareza com que foram expostos; a precisão com que intitula capítulo e subcapítulos; as elucidações complementares de sua autoria; as observações e anotações, as paráfrases e conclusões, sempre profundas e incisivas; e bem assim a sua notável "Introdução" - tudo isto atesta a grande cultura de Kardec, o carinho e a diligência com que ele se houve no afanoso trabalho que se comprometera a publicar. Kardec fez o que ninguém ainda havia feito; foi o primeiro a formar com os fatos observados um corpo de doutrina metódico e regular, claro e inteligível para todos, extraindo do amontoado caótico de mensagens mediúnicas os princípios fundamentais com que elaborou uma nova doutriana filosófica, de caráter científico e de consequências morais ou religiosas".

A DESENCARNAÇÃO:
Trabalhador infatigável, sempre o primeiro a tomar da obra e o último a deixá-la, Allan Kardec sucumbiu, a 31 de março de 1869, quando se preparava para uma mudança de local, imposta pela extensão considerável de suas múltiplas ocupações. Diversas obras que ele estava quase a terminar, ou que aguardavam oportunidade para vir a lume, demonstrarão um dia, ainda mais, a extensão e o poder das suas concepções.

Morreu conforme viveu: trabalhando. Sofria, desde longos anos, de uma enfermidade do coração, que só podia ser combatida por meio do repouso intelectual e  pequena atividade material. Consagrado, porém, todo inteiro à sua obra, recusava-se a tudo o que pudesse absorver um só que fosse de seus instantes, à custa suas ocupações prediletas. Deu-se com ele o que se dá com todas as almas de forte têmpera: a lâmina gastou a bainha".

Acerca da luminosa existência do mestre lionês, escreve o Irmão X (Espírito Humberto de Campos), contido no livro Cartas e Crônicas, psicografada por Francisco Cândido Xavier:

(...) Allan Kardec, apagando a própria grandeza, na humildade de um mestre-escola, muita vez atormentado e desiludido, como simples homem do povo, deu integral cumprimento à divina missão que trazia à Terra, inaugurando a era espírita-cristã, que, gradativamente, será considerada em todos os quadrantes do orbe como a sublime renascença da luz para o mundo inteiro.

BIBLIOGRAFIA: ESTUDO SISTEMATIZADO DA DOUTRINA ESPÍRITA: PROGRAMA FUNDAMENTAL/ CECÍLIA ROCHA (ORGANIZADORA) - 2 ED. 14 IMP. - BRASÍLIA: FEB, 2014.

sábado, 9 de maio de 2015

Homenagem ao Dia das Mães (Encarnadas e desencarnadas).


                                                    OFERENDA

Atende à mãe sofrida que te pede o amparo aos filhos necessitados do pão. Oferece, na medidada das tuas possibilidades materiais, mas não mostres no olhar qualquer resquício de superioridade, mesmo porque não sabes a real medida dos teus méritos perante os dela.

Ouve, com atenção e desvelo, o filho amado, quando este te procure para o diálogo corriqueiro, mesmo que a hora te seja inoportuna. Talvez para ele aquele seja o momento mais adequado para entender melhor os teus ensinamentos.

Nunca desprezes estas oportunidades de plantar a orientação evangélica pertinente aos assuntos debatidos.

Pondera junto do irmão irritado que vocifera a altos brados, ferindo-te os ouvidos.

Mostra-lhe pela argumentação consciente que o ardor das paixões nos conduzem, quase sempre, ao comentimento de sérias injustiças e a erros lastimáveis. Exemplifica pelo equilíbrio, sustentado na calma de quem sabe que nossas razões não se firmam na altitude de nossa voz, mas na fortaleza das nossas convicções da fé raciocinada e na conduta embasada no Evangelho.

Aceita a contrariedade que te visita, seja sob qualquer forma e entende que somos aprovados nos testes a que nos submetemos com frequência, de acordo com as nossas reações às dificuldades enfrentadas.

Agindo desta forma estarás te aliando com a sublime paciência, filha legítima da fé e irmã por excelência da tolerância, do amor, da compreensão e da humildade.

                                           ÂNGELA

FONTE: DO LIVRO OPORTUNIDADES TODO DIA, DA IRMÃ SCHEILLA E OUTROS ESPÍRITOS, PSICOGRAFIA DE HERCULINO TONSIG.

quarta-feira, 6 de maio de 2015

                                                                   
                                                                        UM DIA
Sempre que possível, não deixes de aconselhar a quem se mostra refratário às tuas ponderações... Um dia, a tua palavra há de lhe soar diferente aos ouvidos.

Sempre que a oportunidade se faça, insiste na orientação a quem desejas ver no caminho certo... Um dia, a tua intenção será compreendida por quem, agora, lhe questiona a sinceridade.

Sempre que as circunstâncias favoreçam, não te omitas junto àquele que pretendes ver mais amadurecido na vida... Um dia, os teus exemplos lograrão tocar-lhe o coração.

Sempre que a ocasião propicie, não te furtes à presença de quem procura evitar-te... Um dia conseguirás transformar indiferença e aversão em estreitos laços de amizade.

Sempre que haja ensejo, estende, uma vez mais, o convite a quem nunca aceitou acompanhar-te nas tarefas de beneficência... Um dia, com certeza ele aquiescerá, proporcionando-te inesperada alegria.

Sempre, sem que te tornes inconveniente, acende diminuta luz, por reflexo de tua fé, no ambiente em que te encontras... Um dia, a tua humilde candeia se transfigurará em bendito clarão, vencendo as trevas!

                                      PELO IRMÃO JOSÉ

FONTE: IRMÃO JOSÉ, DO LIVRO DEUS TE ABENÇOE! PSICOGRAFIA DE CARLOS A. BACCELLI.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

01 de maio - Dia do Trabalho





 


A NECESSIDADE DO TRABALHO É UMA LEI DA NATUREZA?

(O LIVRO DOS ESPÍRITOS, ALLAN KARDEC, FEB, PERG. 674)


"O trabalho é uma lei natural, por isso mesmo é uma necessidade e a civilização obriga o homem a trabalhar mais porque aumenta suas necessidades e seus prazeres".



SENHOR!

Quando eu estiver errado, corrije-me.

Quando eu estiver indeciso, orienta-me.

Quando eu estiver inquieto, acalma-me.

Quando me sentir desesperado, sustenta-me.

Mas, Senhor, o que mais quero mesmo é que, quando eu quiser Te seguir,

ACEITA-ME.

(LOURIVAL LOPES, DO LIVRO GOTAS DE ESPERANÇA)