segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

VIVER VALE A PENA

HÁ UMA COMBINAÇÃO DE FATORES QUE O LEVARÃO A SABER QUE VIVER VALE A PENA:

                 Foto do perfil e Comunidade:  Evangelho Seg. O Espiritismo e a Família Universal

1)  A informação - A vida não cessa com a morte do corpo físico.

2)  O Livro dos Espíritos, pode nos livrar do desgosto, principalmente nas perguntas 945 e 946. Os Espíritos nos indicam o trabalho como uma ferramenta eficaz para que nos livremos do desgosto.  Se trabalharmos, ocupando nosso tempo de forma útil e saudável, guardaremos nossa mente de ideias nefastas e da lamentável ociosidade, pois a ociosidade mental é um veneno para a alma. Deus ajuda aqueles que têm coragem para lutar e vencer as vicissitudes da vida e não os que desistem dela.

3)  Seguir o conselho de um familiar ou nossa própria intuição, quebrar o preconceito e procurar um profissional habilitado como, por exemplo, um psicólogo ou psiquiatra, para que ele investigue e veja se temos algum problema de ordem orgânica.  Em cada dez casos de suicídio, nove são de vítimas de depressão, esquizofrenia e outras enfermidades. Paralelamente ao tratamento profissional, façamos o tratamento espiritual que é oferecido pelos centros espíritas para qe recebamos a força necessária e com fé e coragem nos livremos de influências espirituais que chegam até nós motivadas pelos nossos próprios pensamentos.

Dentre de todos esses fatores citados, não pode faltar o básico:  Nossa vontade em superar os desafios e vencer na vida.  Este o mais importante de todos e que abrirá caminhos para que saiamos desta existência pela porta da frente, como vencedores e, portanto, felizes por termos passado no vestibular deste planeta de provas e expiações denominado Terra.


Nada de desânimo!

http://www.cvv.org.br

Se temos, por exemplo, dificuldades nos relacionamentos, cabe-nos procurar os porquês dessas dificuldades e, então, superá-los.  Claro, somos capazes.

Se aqui estamos é porque somos capazes, pois Deus jamais depositaria em nossos ombros fardos que não aguentaríamos carregar.

 Por isso, concluímos que o suicídio equivale a uma fuga; fuga esta que jamais nos libertará das decepções ou sofrimentos, pois o autoaniquilamento do corpo não é solução, para nada.




FONTE:  WELLINGTON BALBO; ARLINDO RODRIGUES; ALFREDO ZAFRATTE, EVITE A ROTA DO SUICÍDIO. ED. NOVO SER.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO - SIMPLICIDADE E PUREZA DE CORAÇÃO (ITENS 1 A 4).


CAP. VIII - BEM-AVENTURADOS OS QUE TÊM PURO O CORAÇÃO
SIMPLICIDADE E PUREZA DE CORAÇÃO

Item 1 - Bem-Aventurados os que têm puro o coração, porquanto verão a Deus. (S. MATEUS. cap V, v. 8).

Item 2 - Apresentaram-lhe então algumas crianças, a fim de que ele as tocasse, e, como seus discípulos afastassem com palavras ásperas os que lhas apresentavam, Jesus, vendo isso, zangou-se e lhes disse:         " Deixai que venham a mim as criancinhas e não as impeçais, porquanto o reino dos céus é para os que se lhes assemelham. - Digo-vos, em verdade, que aquele que não receber o reino de Deus como uma criança, nele não entrará ". - E, depois de as abraçar, abençoou-as, impondo-lhes as mãos. (S. MARCOS, cap. X, vv. 13 a 16).


Item 3 - A pureza do coração é inseparável da simplicidade e da humildade. Exclui toda idéia de egoísmo e de orgulho. Por isso é que Jesus toma a infância como emblema dessa pureza, do mesmo modo que a tomou como o da humildade.

Poderia parecer menos justa essa comparação, considerando-se que o Espírito da criança pode ser muito antigo e que traz, renascendo para a vida corporal, as imperfeições de que se não tenha despojado em suas precedentes existências. Só um Espírito que houvesse chegado à perfeição nos poderia oferecer o tipo da verdadeira pureza. É exata a comparação, porém, do ponto de vista da vida presente, por quanto a criancinha, não havendo podido ainda manifestar nenhuma tendência perversa, nos apesenta a imagem da inocência e da candura. Daí o não dizer Jesus, de modo absoluto, que o reino dos céus é para elas, mas para os que se lhes assemelham.

Item 4 - Pois que o Espírito da criança já viveu, por que não se mostra, desde o nascimento, tal qual é? Tudo é sábio nas obras de Deus. A criança necessita de cuidados especiais, que somente a ternura materna lhe pode dispensar, ternura que se acresce da fraqueza e da ingenuidade da criança. Para uma mãe, seu filho é sempre um anjo e assim era preciso que fosse, para lhe cativar a solicitude. Ela não houvera podido ter-lhe o mesmo devotamento, se, em vez da graça ingênua, deparasse nele, sob os traços infantis, um caráter viril e as idéias de um adulto e, ainda menos, se lhe viesse a conhecer o passado.

Aliás, faz-se necessário que a atividade do princípio inteligente seja proporcionada à fraqueza do corpo, que não poderia resistir a uma atividade muito grande do Espírito, como se verifica nos indivíduos grandemente precoces.  Essa a razão por que, ao aproximar-se-lhe a encarnação, o Espírito entra em perturbação e perde pouco a pouco a consciência de si mesmo, ficando, por certo tempo, numa espécie de sono, durante o qual todas as suas faculdades permanecem em estado latente. É necessário esse estado de transição para que o Espírito tenha um novo ponto de partida e para que esqueça, em sua nova existência, tudo aquilo que a possa entravar. Sobre ele, no entanto, reage o passado. Renasce para a vida maior, mais forte, moral e intelectualmente, sustentado e secundado pela intuição que conserva da experiência adquirida.

A partir do nascimento, suas idéias tomam gradualmente impulso, à medida que os órgãos se desenvolvem, pelo que se pode dizer que, no curso dos primeiros anos, o Espírito é verdadeiramente criança, por se acharem ainda adormecidas as idéias que lhe formam o fundo do caráter. Durante o tempo  e que seus instintos se conservam amodorrados, ele é mais maleável e, por isso mesmo, mais acessível às impressões capazes de lhe modificarem a natureza e de fazê-lo progredir, o que torna mais fácil a tarefa que incumbe aos pais.

O Espírito, pois, enverga temporariamente a túnica da inocência e, assim, Jesus está com a verdade, quando, sem embargo da anterioridade da alma, toma a criança por símbolo da pureza e da simplicidade.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

AJUDA-TE, E O CÉU TE AJUDARÁ



O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO PARA A INFÂNCIA E JUVENTUDE
CAP XXV - BUSCAI E ACHAREIS

Quem trabalha, ganha. 

Quem vive na preguiça, não leva vantagem. 

Da mesma forma, aquele que distribui amor também o colhe. 

Já aquele que semeia ódio, colhe tempestade.

É o que chamamos de causa e efeito. 

Para cada ação, há uma reação.

Uma palavra amiga faz brotar um sorriso na face de um irmão.

Já uma agressão gera, no mínimo, o desejo de afastamento, provocando solidão.

Quem deseja ficar perto de alguém que maltrata seus semelhantes?

E aquele que é bom, costuma ser humilde.

Não se envergonha de pedir ajuda, o que faz com que acabe atraindo bons Espíritos que não se furtaram de servir-lhe como guia, lhe dando bons conselhos.

Já o mau julgando-se autossuficiente, ficará abandonado à própria sorte.


Bom dia amigos! Esse Capítulo do Evangelho Segundo O Espiritismo é o tema a ser estudado hoje no Culto do Evangelho no Lar, que realizo em casa com a minha família, ou seja, todas as segundas-feiras, no horário de 20:00 até 20:30 H ( trinta minutos somente ).

Convido a todos os Amigos, que desejarem participar do Culto do Evangelho no Lar, que possamos unir-nos em pensamento e a prece do coração, pedindo o amparo de Deus para o nosso Lar e que o Culto do Evangelho no Lar seja benéfico para todos... e na prece de agradecimento, agradecermos as bênçãos recebidas.... ( iniciando-se as 20 horas em ponto e finalizando 20:30h).

Amigos que se interessarem, favor ver a postagem que contém a importância e o roteiro para a realização do culto do Evangelho no Lar.

Coloco-me para quaisquer dúvidas, não sei se dará certo, mais o meu objetivo é incentivar aos amigos do G+ a realizarem o Culto do Evangelho no Lar, que nada mais é, do que abrir as portas para Jesus entrar no seu Lar... Depois desse teste, avaliaremos juntos se deu certo ou não, ok? Com carinho e amor no coração.

Independente, todas as segundas-feiras eu coloco a postagem sobre um capítulo do Evangelho, referente ao estudo que aconteceu ou que ainda acontecerá a noite. Por que? Porque considero O Evangelho Segundo O Espiritismo uma benção divina, uma luz no nosso caminho, um companheiro de todas as horas, que nos ampara, nos consola, tendo o Mestre Jesus como nosso guia e modelo a ser seguido.


Um roteiro bem resumido:

1 - Leitura de uma mensagem: Nós utilizamos no momento o livrinho de bolso:  Cura Interior, de Sérgio B. Cordeiro, que é aberto ao acaso, com os olhos fechados. (Sabemos que o acaso não existe);

2 - Prece Inicial;

3 - Estudo do Evangelho Segundo O Espiritismo;

4 - Fluidificação da água;

5 - Prece de Agradecimento.


Grata pela atenção.
Grande abraço.











O AMOR - JOANNA DE ÂNGELIS.


O amor é substância criadora e mantenedora do Universo, constituído por essência divina.

 É um tesouro que, quanto mais se divide, mais se multiplica, e se enriquece à medida que se reparte.
 Mais se agiganta, na razão que mais se doa. Fixa-se com mais poder, quanto mais se irradia.

 Nunca perece, porque não se entibia nem se enfraquece, desde que sua força reside no ato mesmo de doar-se, de tornar-se vida.

 Assim como o ar é indispensável para a existência orgânica, o amor é o oxigênio para a alma, sem o qual a mesma se enfraquece e perde o sentido de viver.

 É imbatível, porque sempre triunfa sobre todas as vicissitudes e ciladas.

 Quando aparente — de caráter sensualista, que busca apenas o prazer imediato — se debilita e se envenena, ou se entorpece, dando lugar à frustração.

 Quando real, estruturado e maduro — que espera, estimula, renova — não se satura, é sempre novo e ideal, harmônico, sem altibaixos emocionais.

Une as pessoas, porque reúne as almas, identifica-as no prazer geral da fraternidade, alimenta o corpo e dulcifica o eu profundo.

O prazer legítimo decorre do amor pleno, gerador da felicidade, enquanto o comum é devorador de energias e de formação angustiante.

 O amor atravessa diferentes fases: o infantil, que tem caráter possessivo, o juvenil, que se expressa pela insegurança, o maduro, pacificador, que se entrega sem reservas e faz-se plenificador.

Há um período em que se expressa como compensação, na fase intermediária entre a insegurança e a plenificação, quando dá e recebe, procurando liberar-se da consciência de culpa.

O estado de prazer difere daquele de plenitude, em razão de o primeiro ser fugaz, enquanto o segundo é permanente, mesmo que sob a injunção de relativas aflições e problemas-desafios que podem e devem ser vencidos.

Somente o amor real consegue distingui-los e os pode unir quando se apresentem esporádicos.

A ambição, a posse, a inquietação geradora de insegurança — ciúme, incerteza, ansiedade afetiva, cobrança de carinhos e atenções —, a necessidade de ser amado caracterizam o estágio do amor infantil, obsessivo, dominador, que pensa exclusivamente em si antes que no ser amado.

A confiança, suave-doce e tranqüila, a alegria natural e sem alarde, a exteriorização do bem que se pode e se deve executar, a compaixão dinâmica, a não-posse, não-dependência, não-exigência, são benesses do amor pleno, pacificador, imorredouro.

Mesmo que se modifiquem os quadros existenciais, que se alterem as manifestações da afetividade do ser amado, o amor permanece libertador, confiante, indestrutível.

Nunca se impõe, porque é espontâneo como a própria vida e irradia-se mimetizando, contagiando de júbilos e de paz.

Expande-se como um perfume que impregna, agradável, suavemente, porque não é agressivo nem embriagador ou apaixonado...

O amor não se apega, não sofre a falta, mas frui sempre, porque vive no íntimo do ser e não das gratificações que o amado oferece.

O amor deve ser sempre o ponto de partida de todas as aspirações e a etapa final de todos os anelos humanos.

O clímax do amor se encontra naquele sentimento que Jesus ofereceu à Humanidade e prossegue doando, na Sua condição de Amante não amado.

Fonte: JOANNA DE ÂNGELIS, Psicografia de Divaldo P. Franco, Amor Imbatível Amor.















sábado, 25 de janeiro de 2014

O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO: CAP. V - BEM-AVENTURADO OS AFLITOS - ITEM 25 - MELANCOLIA.

" Longe da tua dor há dores salmodiando sinfonias inarticuladas de resignação.

Há esplendor em toda a parte para quem deseja descobrir tesouros nas estrelas fulgurantes do crepe noturno.

Espera mais, alenta o bom ânimo ".

( JOANNA DE ÂNGELIS, Psicografia de Divaldo P. Franco, Perg. 29, Joanna de Ângelis Responde )




O desânimo, no fundo, nada mais é do que manifestação de egoísmo. É nos mostrarmos infelizes por não recebermos o tratamento que esperávamos dos demais.

Só por isso podemos ver o quanto somos pequeninos.

É hora de engrandecermos-nos, de elevar nosso espírito através da exemplificação.

E, quando diante da prova do enfraquecimento das nossas determinações, busquemos na fé viva a energia que nos permitirá sobrepujar a descrença, o desprezo e a incredulidade alheia. E que nos fará seguir adiante na obra redentora de seareiros, lembrando-nos do Divino Mestre que, preso à cruz, humilhado e desprezado, mesmo frente a tão grande injustiça e ingratidão, ainda assim, legou-nos o mais sublime dos ensinamentos ao elevar a fronte e pedir ao Pai:

- Perdoa-os, pois não sabem o que fazem.

Fonte:  JOANNA DE ÂNGELIS, psicografia de Divaldo P. Franco, Cap 2 - Anima o Teu Espírito, Oportunidades Todo Dia.



O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO, é nosso bálsamo de esperança, nosso guia, companheiro de todas as horas. No Capítulo V - Bem-Aventurados os Aflitos, no Item 25, sobre a Melancolia, Allan kardec justifica o porque, às vezes, uma vaga tristeza se apodera dos vossos corações e vos leva a considerar amarga a vida.

Vosso Espírito, aspirando à felicidade e à liberdade, se esgota, jungido ao corpo que lhe serve de prisão, em vãos esforços para sair dele.

 Reconhecendo inúteis esses esforços, cai no desânimo e, como o corpo lhe sofre a influência, toma-vos a lassidão, o abatimento, uma espécie de apatia, e vos julgais infelizes.

Resisti com energia a essas impressões que vos enfraquecem a vontade.

 São inatas no espírito de todos os homens as aspirações por uma vida melhor; mas, não as busqueis neste mundo e, agora, quando Deus, vos envia os Espíritos que lhe pertencem, para vos instruírem acerca da felicidade que ele vos reserva, aguardai pacientemente o anjo da libertação, para vos ajudar a romper os liames que vos mantêm cativo o Espírito. 

Lembrai-vos de que, durante o vosso degredo na Terra, tendes de desempenhar uma missão de que não suspeitais, quer dedicando-vos à vossa família, quer cumprindo as diversas obrigações que Deus vos confiou. 

Se, no no curso desse degredo-provação, exonerando-vos dos vossos encargos; sobre vós desabarem os cuidados, as inquietações e tribulações, sede fortes e corajosos para os suportar. 

Afrontai-os resolutos. Duram pouco e vos conduzirão à companhia dos amigos por quem chorais e que, jubilosos por ver-vos de novo entre eles, vos estenderão os braços, a fim de guiar-vos a uma região inacessível às aflições da Terra. 

- François de Genève. (Bordéus)


JOANNA DE ÂNGELIS, no Livro: Joanna de Ângelis Responde, Psicografia de Divaldo P. Franco (Perg. 15) afirma que a fé é a flama divina que aquece o espírito e dá-lhe forças para superar tudo:  mágoas, desaires, revoltas, traições e até mesmo a morte.

A fé é imprescindível para a aquisição do equilíbrio.

A fé inata deve ser adicionados os valores da reflexão e da prece, de modo a canalizar a inspiração superior que passa a constituir fonte geradora de preservação do necessário capital da confiança.

Às vezes, para que as semente que jazem no solo das almas, em latência, se desdobrem em embriões de vida, torna-se imperioso condicionamentos psíquicos, somente possíveis mediante a busca sistemática pela razão, pelos fatos, através da investigação.

O homem não pode prescindir do valioso contributo da fé.

O que hoje não consigas, perseverando com dignidade e paciência, lograrás amanhã. (Perg. 16)

A paciência significa autoconfiança.

A pirâmide se ergueu bloco a bloco.

As construções grandiosos resultara da colocação de peça sobre peça.

Consequência do cansaço, do marasmo, da rotina, a irritabilidade significa sinal vermelho na tarefa que executas.(Perg.  17)

Caso te sintas portador de constante mau humor, estás necessitando de auxílio da paciência, a fim de refundires o ânimo, renovares conceitos e atividades, orando, com a sede de quem, urgentemente, precisa da água da paz.

Recorre à paciência, sempre e em qualquer situação, e ela te ajudará a servir, amar e aguardar amanhã o que hoje se te afigura improvável o irreversível...

A paciência é, também, irmã da fé, porquanto, todo aquele que crê espera e confia tranquilamente.

Pessimismo é enfermidade que engendra processo de psicose grave por antecipação de um mal que talvez não ocorrerá.

Entrega-te a Deus e deixa-te conduzir tranquilamente.

Otimismo é estímulo para o trabalho, vigor para a luta, saúde para a doença das paisagens espirituais e luz para as densas trevas que se demoram em vitória momentânea.

Na Perg. 19, JOANNA DE ÂNGELIS pede-nos que reflitamos:

REFLETE:

Quem tem fé, não se abate ante noite escura.

Quem confia, não se desespera na convulsão.

Quem ama, não se debate na desconfiança.

Quem crê, não se tortura na incerteza.

Quem espera, não se atira nos braços da aflição.

Quem serve, não se agasta com a ingratidão

Quem é gentil, não aguarda entendimento.

Quem é puro, não se revolta com as calúnias.

Quem perdoa, não pára na caminhada a fim de recolher escusas.

Quem se renova no Cristo, não retorna à prisão do erro.

Se tens fé, PERSEVERA.



sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

IGUALDADE DE DIREITOS DO HOMEM E DA MULHER: KARDEC E JOANNA DE ÂNGELIS.


Perg. 176:  O QUE PODEMOS DESTACAR, COMO DE GRANDE IMPORTÂNCIA PARA O HOMEM?

( JOANNA DE ÂNGELIS, Psicografia de Divaldo Franco,  Joanna de Ângelis Responde)


" A família é o fulcro (sustentáculo) da maior importância para o homem.

Não obstante os complexos mecanismos da reencarnação, os fatores criminógenos ou os estímulos honoráveis encontram no núcleo familiar as condições fomentadoras para o eclodir das paixões insanas como o das sublimes.

Obviamente, neste capítulo, de quando em quando surgem exceções, como atestando que o diamante valioso, apesar de tombado na lama, fulgura, precioso, ou a pedra bruta embora o engaste nobre e o estojo especial, de forma alguma adquire valor.

Num lar lucilado pela oração em conjunto onde, a par do exemplo salutar dos cônjuges, a palavra do Senhor recebe consideração e apontamentos superiores, ao menos periodicamente, os dramas passionais, as ocorrências infelizes, os temores e as discórdias cedem lugar à compreensão fraternal, à caridade recíproca, à paciência, ao amor ".


No livro dos Espíritos, de Allan Kardec, na Lei de Igualdade, Questões 817 à 822, encontramos explicações espíritas sobre a igualdade de direitos do homem e da mulher.




Diante de Deus, o homem e a mulher são iguais e têm os mesmos direitos, porque Deus  deu a ambos a inteligência do bem e do mal e a faculdade de progredir.

A inferioridade moral da mulher em certos países se origina do Império injusto e cruel que o homem tomou sobre ela. É um resultados das instituições sociais e do abuso da força sobre a fraqueza. Entre os homens pouco avançados do ponto de vista moral, a força faz o direito.

A mulher é fisicamente mais fraca do que o homem objetivando, para lhe assinalar funções particulares. O homem é para os trabalhos rudes, por ser o mais forte; a mulher para os trabalhos suaves, e ambos para se entreajudarem nas provas de uma vida plena de amargura.

A fraqueza física da mulher não a coloca naturalmente sob a dependência do homem. Deus deu a uma a força para proteger o fraco, e não para se servir dele.

Deus conformou a organização de cada ser às funções que deve cumprir. Se deu à mulher uma força física menor, dotou-a, ao mesmo tempo, de maior sensibilidade, relacionada com a
delicadeza das funções maternais e a fraqueza dos seres confiados aos seus cuidados.

As funções para as quais a mulher está destinada pela Natureza, têm uma importância tão grande, quanto às do homem; e ainda maiores. É ela quem lhe dá as primeiras noções de vida.

Os homens sendo iguais diante da lei de Deus, devem sê-lo, igualmente, diante da lei dos homens, porque é o primeiro princípio de justiça.:  Não façais aos outros o que não quereríeis que se vos fizessem.

- Segundo isso, uma legislação, para ser perfeitamente justa, deve consagrar a igualdade dos direitos entre o homem e a mulher? (Questão 822)

- De direitos, sim; de funções, não. É preciso que cada um esteja colocado no seu logar. Que o homem se ocupe do exterior e a mulher do interior, cada um segundo sua aptidão. A lei humana, para ser equitativa, deve consagrar a igualdade dos direitos entre o homem e a mulher, pois todo privilégio concedido a um, ou a outro, é contrário à justiça. A emancipação da mulher segue o progresso da civilização, sua subjugação caminha com a barbárie. Os sexos, aliás, não existem senão pela organização física, visto que os Espíritos podem tomar um e outro, não havendo diferença entre eles sob esse aspecto, e, por conseguinte, devem gozar dos mesmos direitos.




" Seja positivo em tudo que você disser ou fizer ".
( SÉRGIO B. CORDEIRO, Cura Interior )

O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO: BEM-AVENTURADOS OS AFLITOS (SEGUE, SIRVA E ORA: CHICO XAVIER).




SEGUE - Seguir sempre o caminho reto de luz, que é o caminho do amor. Não desejar o mal e sempre o bem, mesmo que seja com um inimigo, digo desafeto. O perdão nos faz bem, corta o laço com o ofensor, com o desafeto. Perdoar não significa ter que conviver com o desafeto e sim desejar o bem, a luz...



SIRVA - Caridade, fraternidade, ajudar sem olhar a quem e sem identificar-se.





ORA - É a prece do coração: simples, uma conversa com Deus vale mais do que uma oração lida, decorada.



Vigia - Vigiar nossos próprios pensamentos e sentimentos por causa da sintonia, afinidade de ações e pensamentos.




O texto Pegadas na Areia, de autoria anônima, nos da a certeza, de que nunca estamos sozinhos:






" NÃO DUVIDES DA VITÓRIA FINAL DO BEM ".
( EMMANUEL )




As sábias palavras de Chico Xavier e de Gandhi, nos remetem a   estudar o Cap. V ( Bem-Aventurados os Aflitos ), do EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO:

Item 14 - A calma e a resignação hauridas da maneira de considerar a vida terrestre e da confiança no futuro dão ao espírito uma serenidade que é o melhor preservativo contra a loucura e o suicídio.

Item 18 - Quando o Cristo disse:  " Bem-aventurados os aflitos, o reino dos céus lhes pertence ", não se referia de modo geral aos que sofrem, visto que sofrem todos os que se encontram na terra., quer ocupem tronos, quer jazam sobre a palha.

 ...Poucos compreendem que somente as provas bem suportadas podem conduzi-los ao reino de Deus. 

O desânimo é uma falta.

 Deus vos recusa consolações, desde que vos falte coragem. 

A prece é um apoio para a alma; contudo, não basta:  é ´preciso tenha por base uma fé viva na bondade de Deus. 

Ele já muitas vezes vos disse que não coloca fardos pesados em ombros fracos.

O fardo é proporcionado às forças, como a recompensa o será à resignação e à coragem.